domingo, 18 de março de 2018

Noite Neurótica (2018)

Titulo original: Noite Neurótica
Ano de produção: 2018
Estréia: Segundo semestre de 2018
Duração: Indefinida
Classificação: À definir
Cor: Cor
Gênero: Comédia
Tipo: Curta-metragem
Origem: Garanhuns - PE

Direção: Murate Azevedo

Roteiro: Murate Azevedo
Produtor(es): Lucas Santana e Murate Azevedo
Direção de Fotografia: Lucas Santana
Elenco: Diego Luciano, Luan Gabriel e Murate Azevedo.
Produção: EI8HT Produções
Coprodução: VHD Filmes

Trailer: Em breve!


Sinopse: Pedro recebe uma visita inusitada na noite de réveillon, João Henrique o seu credor que parece está bastante apreensivo com a virada de ano e que tenta o convencê-lo de que isto realmente seja preocupante.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Pisadas Na Areia (2018)

Titulo original: Pisadas Na Areia
Ano de produção: 2016/2017
Estréia: 
Duração: 15 minutos.
Classificação: 12 anos
Cor: Cor
Gênero: Ficção, drama.
Tipo: Curta-metragem

Roteiro, direção e produção: Leonardo Hutamárty
Fotografia: Gerson J.R.
Revisão e colaboração de roteiro: Arthur Buendía
Assistência de câmera: Jéssica Fonseca
Elenco: Arthur Buendía, Leonardo Hutamárty e Gerson J.R.
Maquiagem e som direto: Jéssica Fonseca
Voz over: Arthur Buendía
Desenho de som: Leonardo Hutamárty
Efeitos visuais: Lucas Santana
Montagem e finalização: Leonardo Hutamárty
Produção: VHD CineVídeo
Apoio: EI8HT Produções

Trailer: (Indisponível).

Sinopse: Após descobrir portar um câncer terminal, um homem caminha por uma praia e é assassinado por um morador de rua.

Assistir filme: (Indisponível).
Baixar filme: (Indisponível).

sábado, 23 de dezembro de 2017

Perdidos Por Acaso 3: A caçada final (2017)


Titulo original: Perdidos Por Acaso 3: A caçada final
Ano de produção: 2016
Estréia: 23 de Dezembro de 2017.
Duração: 21 minutos
Classificação: 12 anos
Cor: Cor
Gênero: Aventura
Tipo: Média-metragem
Origem: Garanhuns - PE

Direção: Durval Cavalcanti e Murate Azevedo

Produtor(es): Durval Cavalcanti e Murate Azevedo
Roteiro: Murate Azevedo
Elenco: Mario Cantarelli, Diego Luciano, Luã Gabriel, Durval Cavalcanti e Murate Azevedo
Câmera: Mario Cantarelli e Renilson Ramos
Produção: EI8HT Produções
Coprodução: VHD Filmes

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=iheqX1ggOWk

Sinopse: Tony e sua equipe ainda estão na ilha, porém à volta para casa se torna um desafio já que o Sr. Eleri passa a manipular à todos com a intenção de encontrar os valiosos ovos de dinossauro.

Assistir filme: https://www.youtube.com/watch?v=yMqSRUikmBk&t=4s

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O Perigo Mora Logo Ali (2016)

Titulo original: O Perigo Mora Logo Ali
Ano de produção: 2016
Estréia: 02 de Dezembro de 2016.
Duração: 17 minutos
Classificação: 14 anos
Cor: P&B
Gênero: Comédia, terror, Trash.
Tipo: Média-metragem
Origem: Garanhuns - PE

Direção: Murate Azevedo

Produtor: Lucas Santana
Roteiro: Murate Azevedo
Elenco: Diego Luciano, Luã Gabriel, Murate Azevedo, Erick Luan e José Pinto Esperidião.
Produção: EI8HT Produções
Coprodução: VHD Filmes

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=qtLmHHVTjAA

Sinopse: Um jovem azarado decide fazer uma simpatia para espantar toda mazela que o persegue. Porém essa ideia desencadeia algo de inesperado, e ao mesmo tempo, assustador. Dando origem a famosa lenda sobre uma casa assombrada.


Comentário do autor: Este filme surgiu com a intenção de aprofundar um pouco mais nesse universo peculiar que foi apresentado ao público em 2014 com "A Casa 8", imaginei fazer uma sequência, porém, imaginei que o filme original não deixou espaços para tal acontecimento, então percebi que existia uma lacuna a ser preenchida, daí decidi produzir uma prequel (prelúdio), e considero que fiz o filme que desejei, talvez esse seja o filme mais autêntico que já fiz, escrevi o roteiro e o dirigi, tudo da forma que imaginei; Também tive que tomar algumas decisões relevantes nesse trabalho, como escolher Diego Luciano para ser introduzido na história, optar pela volta do personagem de Luã Gabriel, a decisão de dar mais espaço para José Pinto Esperidião entre outras escolhas, também tive um desejo bastante peculiar de adicionar algumas referências que contextualizavam com o filme, seja na forma de piadas ou até mesmo na exibição de imagens.


Crítica: O filme é uma obra fascinante. Desde já uma perola da cinematografia garanhuense. Seu humor sarcástico é mais do que uma mistura, é original. Transitando entre o cômico e o trágico, o pastelão e o negro, a sensibilidade e a escrotisse, a brincadeira e a seriedade, provoca riso e medo. Provoca instiga.
O trabalho é uma prequência fílmica do curta A casa 8, a qual explora a história que se sucede a famosa lenda da casa mal-assombrada. Por isso a narrativa já começa de forma assombrosa, retratando a noite em que um jovem rapaz muito azarado (Murate Azevedo), por influencia dos amigos, decide fazer um despacho para espantar as mazelas que lhe assolam a vida. No entanto, esta ideia ocasiona em algo de inesperado, dando origem, por fim, a famosa lenda da Casa oito.
O filme é confortável no que tange a apreciação, pois traz uma leveza que contagia. Murate demostra ter uma noção concreta sobre o limite ao uso de insanidade. As tomadas respeitam o seu tempo. Na cena do diálogo, quando sacodem a cabeça ao som da Xuxa, ou quando o personagem de Murate Azevedo bebe a cachaça a bico e língua, ou quanto ao uso de materiais externos (animações clássicas da TV), até mesmo a dancinha de embriaguez interpretada por José Pinto. Tudo aparenta reforçar o caráter trágico de uma rotina pós-moderna. Mesmo que ainda a narrativa tencione um caminho que reduza o conflito expostos a meras derrotadas de uma personagem central. A insanidade se mostra como centro fundamental de toda e qualquer experiência humana. Dá-se aí a forma lúdica do drama.
Há filmes de humor em que, de tão engraçados, são impossíveis de serem levados a sério, já outros, que de tão sérios, há quem morra de gargalhar por eles. Porém há uma exceção entre essas duas formas de linguagem. O filme O Alto da Compadecida é um grande exemplo. A obra sendo uma comédia assumida, consegue permear em uma seriedade dramática através do humor autentico nordestino. Consegue transmitir com genialidade uma natureza trágica nas cômicas tolices do cotidiano. Este filme-experimento de Murate se assemelha muito ao estilo.
O lado negativo, que também está presente em A Casa 8, é a tentativa de solucionar o problema narrativo através da linguagem verbal. Murate usa de frases para explicar o suceder dos acontecimentos, um recurso infantil e extremamente desnecessário, tendo visto que as imagens já se sustentam pelo que são. O autor acaba “pecando” em prevê uma ingenuidade por parte do telespectador frente a sua obra. Na tentativa de ajudar apenas aqueles que não compreenderam, ele acaba por diminui necessariamente o significado de representação imagética, assumindo em si uma característica de insuficiência.
À parte isso, o filme não nos deixa indiferente. A interpretação de Diego Luciano é relativamente excepcional. Escolhido pelo próprio diretor, ele encontra-se em seu melhor papel, sua forma excêntrica é agradável e convincente. Murate Azevedo também não é diferente. Sua personagem dramática é de todo autentica. Ele recorre ao seu próprio estilo de fazer piada, apontando uma constante negação de progresso do indivíduo através de ironias e exageros, dessa vez salpicada de humor negro. Há momentos específicos em que o filme se mostra sutil. Acontece sempre quando enquadra Murate de frente sob a luz fria. Em certo ponto, quando o personagem pronuncia a seguinte frase: “Roubaram ela semana passada!” a fala impacta e a imagem aparenta carregar uma verdade de pessimismo que se auto transborda.
- Leonardo Hutamárty

Assistir filme: https://www.youtube.com/watch?v=_ar_aWpoB8I
Baixar filme: 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Portal Espelho (2016)

Titulo original: Portal Espelho
Ano de produção: 2016

Estréia: 25 de Maio de 2016.
Duração: 34 minutos
Classificação: Livre
Cor: Cor
Gênero: Aventura, fantasia, suspense.
Tipo: Média-metragem
Origem: Maceió - AL

Roteiro e direção: Leonardo Hutamárty

Elenco: Larissa de Farias SantanaMaria Celeste Santana da SilvaCarlos JúlioLetycia Santana SouzaClara Santana Freitas, Marcos Antônio da Silva Rodrigues, Lucielly Oliveira Madalena, Maria José Santana.

Montagem e fotografia: Leonardo Hutamárty
Colaboração técnica: Natanael Santana da Silva
Locação: Jacaré dos Homens - AL
Produção: VHD Filmes
Coprodução: EI8HT Produções


Sinopse: Após passarem pelo portal das borboletas, as crianças que julgavam terem voltado ao mundo real, descobrem nos reflexos um misterioso mundo espelho.

Comentário do autor: Esse filme é uma continuação do curta Portal Borboleta (2015). Teve como premissa a retoma dessa narrativa improvisada e uma experimentação técnica-ineficiente de tal forma peculiar, como sou (ou tento). Pretendi fazer o que ninguém jamais havia feito (já comecei fracassando). Disse Chega a essa arrogância de querer fazer sempre o melhor filme. Desta vez faria o pior de todos. No campo do cinema, há uma divisão complexa entre um “trabalho bem feito” e um “trabalho bom”. O bom pode não ser o bem feito e o bem feito pode não ser o bom. A meta era não ser nada disso, ser simplesmente o que é. No entanto, falhei por diversas razões, por influencia, por ser como todos, e por querer ser “gênio”, um amador. Portanto já não quero mais nada disso. Quero me dá ao direito de ser medíocre (porra sou brasileiro!). Quero ao menos uma vez mostrar o que sou (fazendo) e não propriamente o que posso fazer (desmedidamente). Quero desperdiçar o direito de ficar calado, não falando o que não tenho a dizer, mas dizendo o que imagino (afinal, de que vale a imaginação ao pensamento?), e aquilo que ainda tem a ser criado. Nisso tenho muito a contar. A técnica e a montagem acidentada desse filme foram, em suma, propositais. Os cortes secos e a sequência cronológica, de certa maneira, irregular, foram, desde o roteiro, já pensados. Quis experimentar uma forma estilizada (câmera vagando como um olho vivo), a fotografia "maluca", hora dia, hora noite, determinava a ideia de distorção de realidade. O filme é uma mistura genérica de ação, aventura, drama, suspense e fantasia clássica, tudo numa aura intimista e experimental. Um trabalho despreocupado, pois no fundo, cinema é mera construção pessoal. Construção concreta de memórias, mesmo que sejam fingidas. Faço cinema pelo sentar em grupo e o gargalhar ao ridículo. Não me satisfaz nunca o que faço, e essa é a prova de que nasci para isso. Este filme, portanto é só um ensaio.

Crítica: Um dos grandes desafios de um filme sequência é estabelecer uma coerência na conexão com o trabalho anterior e ao mesmo tempo estruturá-lo de uma forma que ele se sustente por si só, e isso Leonardo Hutamárty conseguiu fazer com eficiência, mesmo o público que não assistiu ao primeiro filme consegue "comprar" a história, e isso é ótimo já que por muitas vezes isto seja um problema crônico até em filmes de grande orçamento. Comparando ao primeiro já percebe-se uma evolução no que diz respeito ao conjunto, o diretor visivelmente se encontra mais à vontade para contar sua história, outra coisa que chama bastante atenção é que os diálogos não foram os responsáveis em estabelecer a trama do filme, e isto não necessariamente é ruim já que a estrutura das próprias cenas supriram essa necessidade, a entonação de cor, os acontecimentos, tudo favoreceu a trama que apesar de ser um pouco mais longa que o de costume não chega a cansar já que o visual assim como no primeiro filme prende quem o assiste.
- Murate Azevedo

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Cinefilía (2015)

Titulo original: Cinefilía
Ano de produção: 2015
Estréia: 17 de Dezembro de 2015.
Duração: 20 minutos
Classificação: 10 anos
Cor: Cor
Gênero: Ficção, fantasia.
Tipo: Média-metragem
Origem: Garanhuns - PE

Roteiro e direção: Murate Azevedo

Co-direção:  Leonardo Hutamárty
Elenco: Jean-Claude Van DammeMurate AzevedoLeonardo Hutamárty e Lucas Santana.
Efeitos especiais: Lucas Santana
Montagem e fotografia: Leonardo Hutamárty
Câmera: Leidson Mateus e Lucas Santana.
Produção: EI8HT Produções
Coprodução: VHD Filmes

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=eyQXdVof-j0



Sinopse: Depois de vários e vários filmes assistidos, o jovem César Romero (Murate Azevedo) passa a não saber diferenciar o real do fictício. Ele começa a acreditar que vive em um mundo rodeado pelos personagens clássicos da cultura pop, criados pelos grandes diretores de Hollywood.

Mostra ou festival: 9º Curta Taquary - Festival Internacional de Curta-metragem (PE - 2016).

Comentário do autor: "Quando tive a ideia de produzir este filme imaginei qual seria o público alvo, daí conclui que seria um filme para um alvo específico demais, por isso hesitei em elaborar algumas cenas. É claro que para um público leigo algumas referências passaram desapercebidas e talvez este seja o lado negativo de fazer um filme com tantas referências voltado para o público Geek. Analisando o contexto geral consegui passar a mensagem que queria, trazendo um tributo à cultura pop, originada de Hollywood e disseminada por todo o planeta com filmes clássicos, e alguns contemporâneos do cinema mundial. Somando a isto, no filme há uma psicodelia até então inédita em meus filmes com o uso das cores intensas e sons peculiares".
“Ter participado desse filme foi uma experiência interessantíssima, contribui muito na direção. Parecia-me ser uma tentativa de explorar um modelo Hollywoodiano e específico de produção. Na técnica, não teve pretensões de desvalorizar a cultura tipicamente nordestina de Garanhuns, mas talvez, ressaltar essa grande influência americana na indústria brasileira e na camada juvenil. Algo que se pode constar como novo, como uma onda fanática, onde há quem julgue superficial, mas cabem muitas discussões a respeito disto. Manifestou-se desde os lançamentos de Star Wars (1977) e De Volta Para o Futuro (1985). Clássicos que se disseminaram na história, salpicando, influenciando e inspirando culturas mundiais, com atributos pops, originalmente de Hollywood. Alavancou quase todas as indústrias de cinema, não só do ocidente, mas mundiais, talvez uma revolução do novo modo de entreter, oriunda principalmente da demanda do mercado. Grandes produções foram feitas, grandes obras, expressões independentes, inspirações super-heróis, e em todos os quais inautênticos. Então, cabe aqui a nossa homenagem, que tem como principal importância: ser um singelo tributo e, quem sabe, uma representação lúdica desse movimento intercultural de nosso tempo”.

Crítica: "muito bom seu trabalho, esse filme psicótico mostra a realidade de muitas pessoas que são viciadas em filmes e séries e que não saem de casa para nada, bom trabalho parabéns." -Danilo Barros

Assistir filme: https://www.youtube.com/watch?v=G10YmYyolQQ
Baixar filme: http://www.4shared.com/video/Htyiz4tTce/Cinefila_-_Curta-metragem.html

terça-feira, 22 de setembro de 2015

A Taça Louca (2015)

Titulo original: A Taça Louca
Ano de produção: 2015
Estréia: 22 de setembro de 2015.
Duração: 10 minutos
Classificação: Livre
Cor: P&B
Gênero: Drama, experimental, arte.
Tipo: Curta-metragem
Origem: Maceió - AL

Roteiro e Direção: Leonardo Hutamárty
Produção: VHD Filmes

Trailer: (Indisponível)

Sinopse: A estória suscita a trajetória de uma taça, a qual se encontra conturbada diante de sua própria existência. Com uma melodia e uma fotografia dramática, e permeada com muita excentricidade, o curta experimental questiona a loucura do ato de viver, do encontrar-se diante do absurdo e o sentido individual que nisso se pode extrair.

Comentário do autor: O formato desse curta foi inspirado no filme A casa 8 de Murate Azevedo. Eu pretendi por para fora uma ordem e interiorizar um caos. Tentei, as cegas, radicalizar essa coisa chamada arte audiovisual, filmando tudo e nada, ao mesmo tempo. Então, aos poucos, ela foi tomando forma, e da própria loucura surgiu um sentido narrativo. Assim, portanto vi a arte, sem minha necessidade, mostrar-se como tal.
- Leonardo Hutamárty

Crítica: (Faça você mesmo aqui nos comentários)